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Alterações climáticas e poluição: Efeitos sobre a transmissão da malária

Marli Stela Santana by Eco Angola

A malária é a doença parasitária mais comum no mundo, transmitida ao hospedeiro humano pelas fêmeas do mosquito do género Anopheles. A Organização Mundial da Saúde (OMS) relatou em 2018 uma estimativa de 228 milhões de casos de malária ocorridos em todo o mundo, sendo 3 milhões desses casos em Angola, e o desfecho de 7.356 mortes pela doença. Trata-se de uma causa importante de morte precoce na gravidez, redução do peso ao nascer, doenças graves e morte em mulheres grávidas e crianças menores de 5 anos de idade. 

A intensidade da transmissão da doença depende de factores relacionados ao mosquito, parasita, homem e do ambiente, dentre os quais, escolhemos refletir a respeito dos factores derivados da actividade humana e do seu impacto no ambiente, a iniciar pelo elemento temperatura.

A temperatura afecta os mosquitos em cada estágio do seu ciclo de vida. Se a temperatura da água em que os mosquitos depositam seus ovos estiver muito quente ou muito fria, menos ovos eclodem. Após o estágio do ovo, os mosquitos desenvolvem-se em larvas e depois em pupas. Também há demonstrações de que a temperatura afecta o tempo necessário para a transição entre esses estágios.

A temperatura externa, a presença dos mosquitos anofelinos e os hospedeiros susceptíveis, neste caso, seres humanos, são os elementos requeridos pelo parasita para completar o seu ciclo de vida, sendo as altas temperaturas precursoras do risco de aumentar a carga de transmissão da malária. Eventos climáticos extremos como inundações e secas podem desencadear a migração de populações, mas sem o mosquito e o parasita da malária, o Plasmodium, não há transmissão da doença.

Além da temperatura do ambiente, a água é outro elemento importante para o desenvolvimento do mosquito, uma vez que o seu estágio larval é aquático, e determinante para a sobrevivência dos mosquitos adultos, da mesma forma que a saúde de um bebé humano determinará a saúde futura de um adulto.

Devido a actividade humana, as fontes de água poluídas estão a tornar-se em terrenos férteis para mosquitos tolerantes a uma variedade de substâncias tóxicas como o combustível de automóveis, os metais pesados como cádmio, cobre e chumbo, o que pode levá-los a adaptarem-se à reprodução em água de qualidade duvidosa, aumentando o alcance dos mosquitos para áreas onde a malária não costumava ocorrer, assim como a desenvolver resistência a inseticidas, o que reforça sua permanência no meio ambiente.

No caso dos inseticidas, comumente usados ​​como parte das intervenções de saúde pública contra mosquitos da malária em países africanos, são itens importantes das políticas e estratégias de controlo da doença, mas que também podem ser afectados, em termos de eficácia, pelas elevadas temperaturas do ambiente.

Estudos comprovam que mosquitos resistentes ao inseticida são mais tolerantes às elevadas temperaturas do que aqueles que não são resistentes. Isso significa que à medida que a temperatura aumenta, aumentam as chances de sobrevivência de mosquitos resistentes a inseticidas, dificultando o controlo da malária.

A ciência ainda não descobriu se os mosquitos resistentes a inseticidas são melhores na transmissão do parasita que causa a malária no homem. Porém, o que se conhece claramente, é que as actividades poluidoras humanas resultam na expansão da quantidade das populações destes insetos, ajudando-os nos procedimentos de selecção de mosquitos cada vez mais fortes.

Há também de se notar, que um processo de urbanização desordenada inclui não somente a transformação da paisagem física, mas envolve mudanças socioeconómicas significativas, que geralmente degradam as condições da vida humana, possibilitando a transmissão da malária, tanto no núcleo urbano quanto nas periferias urbanas.

Embora existam evidências biológicas de que a intensidade de transmissão da malária encontra melhores condições nas áreas rurais africanas do que nos centros urbanos, a transmissão da malária ainda ocorre em vários dos ambientes urbanos, realidade encontrada em Luanda, capital de Angola, onde o processo de urbanização é intenso e não planeado, onde a pobreza, a deterioração da infraestrutura e a superpopulação humana são alguns dos factores que contribuem para o desenvolvimento de viveiros de mosquitos.

Distribuição relativa do mosquito Anopheles gambiae s.s. Giles na zona tropical de África.

Infelizmente, o ambiente urbano está muitas vezes associado a estatísticas nada animadoras. A revista The Lancet publicou no ano de 2017 o relatório sobre poluição e saúde, e mostrou que a combinação da poluição do ar, da água e do solo foram os assassinos de nove milhões de pessoas em todo o mundo, no ano de 2015. A maior parte destas mortes precoces ocorreu em países de baixa e média renda, mas não poupou indivíduos provenientes de países como China e Estados Unidos. Um resultado capaz de representar 16% de todas as mortes no mundo, ao atribuir à poluição do ambiente a capacidade de matar três vezes mais pessoas do que a malária, a AIDS e a tuberculose juntas. Parece que precisamos falar mais sobre poluição do ambiente…

Enfim, por que deveríamos nos preocupar com o ambiente e a malária?

A resposta é simples: pelo princípio ético primordial, o de proteger a vida como um bem maior. 

As actividades humanas estão a impulsionar a evolução e sobrevivência dos mosquitos da malária em condições que no passado não eram previstas. A adaptação à poluição resulta em maior resistência ou tolerância a inseticidas, o que torna os mosquitos cada vez mais persistentes nas áreas urbanas, e nós seres humanos mais vulneráveis a adoecer.

E a consciência de mudar o cenário actual, para um meio ambiente em melhores condições de existência humana, deve partir de cada elemento do ecossistema social, quer seja autoridade constituída ou cidadão comum, podendo significar ao nosso contexto, a derrota do mosquito e a eliminação da malária de nossas vidas. Oxalá.

Marli Stela Santana

Marli Stela Santana

Colaboradora voluntária da EcoAngola, Professora Associada, Coordenadora dos Cursos de Saúde e do Comité de Ética em Investigação da Universidade Católica de Angola.

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