O Jardim Comunitário do Rio Seco surge como uma resposta aos desafios ambientais e sociais enfrentados em espaços urbanos informais em Luanda, marcados pela acumulação de resíduos, cheias, erosão e ausência de infraestruturas básicas.
O projecto foi desenvolvido como um projecto de tese de mestrado da Arquitecta Helena De Raeymaeker, com uma abordagem participativa e adaptativa, envolvendo comunidades locais, técnicos e parceiros institucionais, com o objectivo de transformar um espaço degradado num ambiente comunitário funcional, seguro e resiliente.
O Jardim Comunitário do Rio Seco surge como uma resposta aos desafios ambientais e sociais enfrentados em espaços urbanos informais em Luanda, marcados pela acumulação de resíduos, cheias, erosão e ausência de infraestruturas básicas.
O projecto foi desenvolvido como um projecto de tese de mestrado da Arquitecta Helena De Raeymaeker, com uma abordagem participativa e adaptativa, envolvendo comunidades locais, técnicos e parceiros institucionais, com o objectivo de transformar um espaço degradado num ambiente comunitário funcional, seguro e resiliente.
Esta intervenção representa um protótipo de regeneração urbana, onde o espaço público passa a servir como ponto de encontro, aprendizagem e bem-estar.

















O projecto revelou a complexidade de trabalhar em contextos urbanos informais e dinâmicos:
O processo exigiu flexibilidade constante e adaptação contínua, uma vez que as condições sociais e ambientais mudavam rapidamente.
A EcoAngola agradece profundamente a todos os parceiros, voluntários e membros da comunidade que contribuíram para tornar este projecto possível.
Dos quais um agradecimento especial à NOLA-Lab por ter confiado na EcoAngola para esta parceria, a Administração Comunal do Benfica por continuamente abrir portas as actividades da EcoAngola, à AutoMania e a ELISAL por continuarem a apoiar as actividades de limpeza de resíduos da EcoAngola, e ao financiador desta iniciativa Stimuleringsfonds.
Este jardim é um símbolo de resiliência, colaboração e esperança. Mostra que, mesmo em contextos desafiantes, é possível construir soluções com impacto real quando há vontade colectiva e compromisso com o futuro.
Esta intervenção representa um protótipo de regeneração urbana, onde o espaço público passa a servir como ponto de encontro, aprendizagem e bem-estar.

















O projecto revelou a complexidade de trabalhar em contextos urbanos informais e dinâmicos:
O processo exigiu flexibilidade constante e adaptação contínua, uma vez que as condições sociais e ambientais mudavam rapidamente.
A EcoAngola agradece profundamente a todos os parceiros, voluntários e membros da comunidade que contribuíram para tornar este projecto possível.
Dos quais um agradecimento especial à NOLA-Lab por ter confiado na EcoAngola para esta parceria, a Administração Comunal do Benfica por continuamente abrir portas as actividades da EcoAngola, à AutoMania e a ELISAL por continuarem a apoiar as actividades de limpeza de resíduos da EcoAngola, e ao financiador desta iniciativa Stimuleringsfonds.
Este jardim é um símbolo de resiliência, colaboração e esperança. Mostra que, mesmo em contextos desafiantes, é possível construir soluções com impacto real quando há vontade colectiva e compromisso com o futuro.

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